250 POEMAS DE SONIA DELSIN - 39 - PÉROLA
quinta-feira, 17 de julho de 2014
TEMPO RUIM
torrentes
correntes
vinham chuvas inclementes
e nevascas
e a vida seguia assim
enregelados os homens sofriam
os dentes rangiam
ao dormir
não era o sono dos deuses
era o sono dos sofridos
sonia delsin
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